Quantas vezes é fácil culpar o outro por algum erro que você comete? Quantas vezes é fácil até mesmo, cômodo colocar a culpa em algo mais subjetivo ou sem importância.
Sempre fui assim, uma interroçaão pontuada somente por vírgulas, breves sinais de pausas, mas que preveem grandes ênfases. traduzindo: tudo relativo ao ser Raphael Mota, nunca é certo, é apenas uma pausa, que com certeza está introduzindo ou agindo como arauto de um acontecimento ainda maior e descomunal, isso me amedronta, me faz cambalear e trocar as pernas! Mas, de uns dias pra cá, tudo tem mudado.
Finalmente, sinto o ar nos meus pulmões, sinto os movimentos, como se cada célula ou organela do meu corpo quisesse gritar, reconhecendo o que me faz bem, o que me faz sentir vivo. Cansei de ser subjetivo, afinal, sempre utilizei figuras de linguagem como um espécie de armadura, e todo o subjetivismo como escudo. Escudo para o quê? para a minha ESTUPIDEZ.
Eu sou um estúpido, um idiota, sem escrúpulos e sem noção dos riscos. Mas você me faz ter vontade de seguir em frente e cometer cada vez mais loucuras, me faz ter vontade de pular no primeiro precipício no qual eu ver pelo menos o reflexo da sua imagem no fundo, você me faz querer viver, viver como até hoje eu apenas venho tentando. Me faz ter horizontes, objetivos, planos... me faz querer que tudo dê certo. Mas isso não consegue suprimir minha estupidez.
E novamente sinto minhas pernas cambalearem, parte pelo imenso amor que meu coração carrega consigo e parte pelo medo de acabar estragando e quebrando tão sublime sensação, você já faz parte do meu coração, da minha vida, do meu universo.
EU TE AMO, é tanta vontade de dizer isso que acabo soando repetitivo às vezes.
" Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos"
Boa Tarde e Boa sorte
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
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